Minha primeira crônica: O Retorno das lendas o Poder da Humanidade

O Retorno das lendas

Aqui está a primeira crônica que escrevi para o New World Blog, espero que gostem, na verdade eu não tive muita dificuldade para faze-la, mas eu acho que ficou bom, espero que gostem

O Retorno das Lendas

Cronologia

 

  • 8/10/2220: O Dia da Grande perda;
  • 4/7/2224: Inicio da Guerra;
  • 20/8/2228: Rompimento da Storm com a ONU;
  • 15/9/2229: Inicio da grande depressão dos Fast Foods;
  • 25/12/2230: Marco Zero/Dia da Exterminação;
  • 13/6/2240: O Dia da Falência;
  • 16/12/2248: O Fim do Huehue;
  • 2/12/2248: Nascimento de Beatrice;
  • 2264 pra frente: a saga de Beatrice.

Personagens Principais:

Beatrice é Loira com mechas ruivas naturais no cabelo, tem olhos verdes, é magra e atlética, mas não muito de ambas as qualidades, tem 16 anos e mais ou menos 1,70m de altura. Ela é impaciente emotiva, tem um gênio muito forte, se preocupa demais com a própria segurança e daqueles a quem ama, é precisa e habilidosa em tudo o que faz, tem uma grande memória e é extremamente inteligente. Nasceu 18 anos depois do Dia da Exterminação. Os Pais se chamavam Vernon e Judith.

Hector tem o cabelo preto e olhos castanhos, é magro chegando a ser considerado um pouco magro demais, tem 50 anos e mais ou menos 1,79m de altura. É emocionalmente instável, inteligente, preocupado com aqueles que ama e ainda tem traumas do Dia da Exterminação, ainda gosta muito dos alimentos e das coisas que existiam antes do Dia da Exterminação. Estava em Washington D.C. no Dia da Exterminação. Os pais se chamavam Eugene e Katherine.

Joseph D. Lampkin (Joseph Daniel Lampkin) é ruivo (o único ruivo ainda existente, os ruivos naturais são considerados extintos desde 2083) tem olhos acinzentados, é magro e atlético, tem 18 anos e mais ou menos 1,80m de altura. É calmo e controlado, sarcástico e apaixonado, não se importa muito com o Dia da Exterminação, tenta salvar aqueles que encontra, mas quer também se sentir seguro, achar um lugar em uma cidade e ficar lá. Nasceu 16 anos depois do Dia da Exterminação. Seus pais se chamavam Reginald e Karlyn.

Prólogo:

 

Era Natal e o dia estava incrivelmente bonito, ninguém esperava o que estava prestes a acontecer.

Está frio, nevou a semana inteira, somente hoje ela deu uma trégua, eu desci do ônibus tremendo e rangendo os dentes, estamos em 2230 e ainda usamos os mesmos meios de transporte coletivo que no século XXI, isso é realmente desolador. Quando abro a porta de casa um calor consolador emana da lareira lá dentro, não penso duas vezes antes de entrar, quando entro eu coloco os presentes que estava segurando exceto um, limpo os pés e procuro, levo um tempo e a encontro, um pinguinho de gente, uma anãzinha branca de cabelos pretos e olhos castanhos, minha irmãzinha de seis anos, ela se aproxima e me abraça, ficamos um tempo abraçados e ela me diz:

-Onde você estava Hector? – ela diz com uma voz firme e controladora, ela alcança um tom controlador que a minha mãe jamais sonhara em alcançar.

-Fui comprar isso pra você – digo entregando o presente pra ela e despenteio os cabelos cuidadosamente arrumados dela.

-Ah obrigada – ela diz pegando o presente e tira as minhas mãos do cabelo – eu senti sua falta – ela me agarra com mais força por um momento volta soar novamente como a criança de seis anos que é – essa guerra está me assustando, papai e mamãe estão ouvindo notícias dela pelo rádio no quintal, se bem entendi nós invadimos a Ucrânia e a Rússia derrotou as guarnições dos países bálticos.

-Isso é ruim – a guerra assusta muito a minha irmã, ela nasceu no mesmo ano em que a guerra começou, na verdade a guerra não chegou ao território americano ainda e nada muito ruim tinha acontecido como na Primeira ou Segunda Guerra Mundial, mas mesmo assim ela tem medo – Eileen por que você não abre o seu presente enquanto eu vou ver o papai e a mamãe lá fora. Ah, a Gemma passou aqui?

-Não ela não passou – ela disse e começou a tentar abrir o papel de presente – vamos ver o que tem aqui.

-Acho que você vai gostar – eu pego dois dos três presentes que sobraram e vou à direção do quintal – tente não quebrar.

-Ok.

Não demora muito até eu chegar ao quintal, a casa é relativamente grande, mas o caminho até o quintal é fácil, quando chego lá eu olho pra fora e vejo o Capitólio, eu sempre gosto de olhar pro Capitólio quando vou ao quintal de casa, lembra-me do poder e majestade do meu país. Meu pai estava sentado perto do poço que tinha no quintal, bem agasalhado, com seus cabelos já grisalhos dentro da toca, seus olhos pequenos, mas extremamente ativos me fitaram quando abri a porta dos fundos da casa, não sei se estava esperando por alguém ou algo, mas pouco tempo depois voltou o olhar para a minha mãe que estava, por algum motivo que não sei explicar, tirando água do poço, com um sorriso no rosto, também estava bem agasalhada, mas seu cabelo castanho estava para fora do capuz, ela ainda é uma mulher bonita, já dá sinais da idade, mas é bonita, com seus 39 anos. Quando me aproximo de meu pai digo:

-Feliz natal pai.

-Feliz natal filho, comprou os presentes que queria comprar?

-Sim, aqui o seu pai, aqui o seu mãe.

-Obrigada – ela diz voltando com o balde e pegando o presente.

-Obrigado – disse o meu pai com um olhar severo – e o da Gemma já entregou? – ele disse de forma meio ríspida, ele tenta esconder, mas já tinha percebido que ele não gostava muito da garota.

-Não encontrei com ela ainda, deixei o presente na sala junto com a Eileen – eu disse explicando com a melhor voz de professor que consigo fazer – alguma novidade da guerra, meu tio está bem?

-Esperamos que sim, a Eileen já te contou sobre a Ucrânia e os países Bálticos, certo?

-Sim, ela contou.

-Não tem muito, além disso, só o que tentávamos ouvir quando você chegou e interrompeu – ele diz de forma compreensiva, mas só agora noto que estou atrapalhando.

Ops, foi mal, vamos ouvir então.

Os soldados americanos comemoram a vitória na Ucrânia, mas estão preocupados com a situação nos país Bálticos em especial a Lituânia – diz o locutor com uma voz bem pausada, mas em certo tom de festividade – Os oficiais já se reúnem para bolar um plano de ataque enquanto os soldados comemoram, todos esperamos que eles consigam libertar esses países que tanto nos ajudaram. Acho que talvez nós consigamos falar com… Mas que porcaria é essa!?

-Que @%$# é essa? – só agora noto que a minha irmã veio até nós, e a julgar a linguagem que ela falou, nem sabia que ela conhecia essa palavra, alguma coisa ruim está acontecendo.

-Olha a boca menina, isso é jeito de falar – minha mãe diz e eu peço o binóculo que veio junto com o presente de minha irmã.

-Pai! – eu grito quando vejo o que minha irmã viu no binóculo, um ponto amarelo e cinza com fumaça atrás, algo que só podia significar uma coisa, eu jogo o binóculo pro meu pai.

-Corram! – ele diz desesperado quando olha e joga o binóculo de volta pra mim – para o poço, Hector você consegue abrir o poço por dentro e escala-lo?

-Sim, já fiz isso antes.

-Ok, então vai – vejo uma lágrima descendo de seu olho – desça com a sua irmã e sua mãe eu fecho o poço.

-Mas e você pai? – minha irmã diz aos prantos.

-Não se preocupe, eu vou ficar bem – é nítido que isso é mentira – Hector saia depois de mais ou menos meia hora, depois que você sair, pegue a minha arma, roupas, o máximo de comida que conseguir e vá embora o mais rápido que conseguir, pode ir atrás da sua namorada se quiser eu não me importo.

-Ok – eu também já sentia uma lágrima descendo pelo meu rosto, mesmo assim corri na direção do poço.

Primeiro eu ajudo minha irmã a descer dizendo que tudo ia ficar bem e essas coisas pra conforta-la, depois desci a minha mãe, mesmo ela sendo mais de 40 quilos mais pesada que a minha irmã pareceu muito mais fácil desce-la, por último eu começo a descer, fico olhando pra cima cada milímetro que desço pela corda do balde do poço e última coisa que vejo antes do meu pai fechar o poço é o cogumelo nuclear saindo do Capitólio.

O primeiro capítulo irá sair daqui a dois dias.

-Solidsnakegfgbr

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